
O gosto pela culinária foi crescendo gradualmente e hoje gosto bastante de cozinhar e de inovar na cozinha.
Em casa, tento que a nossa alimentação seja o mais saudável possível. A maior parte dos ingredientes que utilizo são da época, de produtores o mais próximos possível e de preferência biológicos.
Não sou vegetariana mas adoro cozinhar este tipo de comida e tenho um carinho especial pela cozinha macrobiótica. Detesto cozinhar os pratos tradicionais da nossa gastronomia. Esses deixo-os para a minha mãe, sogra e para quando vou a um restaurante que não é escolhido por mim.
Tenho muito cuidado com as quantidades de açúcar e sal que utilizo nos meus pratos e tudo o que posso, faço em casa em vez de comprar já feito.
Adoro tudo o que são “mezinhas caseiras” para curar as nossas maleitas.
Desde que fui mãe e comecei a dar alimentos sólidos ao meu filho a procura pelo mais saudável, com menos químicos e menos nocivo tornou-se um hábito e uma necessidade, pois as ofertas e alternativas existentes são escassas e com pouca oferta disponível.
Deixei de comprar fruta e legumes nas grandes superfícies. Compro nos mercados locais e de preferência em mercados biológicos. Cereais, leguminosas, sementes, farinhas, óleos e temperos compro, quase tudo, a granel. Peixe e a pouca carne que compro, adquiro-os na peixaria e talho da zona onde vivo.
Pretendo partilhar algumas receitas e “mezinhas” aprovadas pelo miúdo e pelo graúdo. A bebé ainda só bebe leite materno. Todos adoramos comer e experimentar pratos novos e diferentes.